De profissional para profissional!

Muito se tem falado sobre tratamentos que utilizam o auxílio de uma fonte de calor intenso, com o objetivo de se fundir uma determinada proteína (ou um conjunto delas) ao fio de cabelo, dando a esse procedimento o nome de cauterização.

Mas será que o cabelo realmente tem a propriedade de reconhecer nesta(s) proteína(s) uma forma de se regenerar? Ou então, num passe de mágica, um determinado produto inserido nos fios virarem, com o auxílio de calor intenso, cabelo com todas as suas propriedades?

Durante muito tempo, após inúmeros estudos em parceria com os melhores institutos de beleza do Brasil e do mundo (ver depoimentos na página principal) chegamos à conclusão de que o cabelo pode ser tratado após uma sucessão de processos químicos, desde que estes processos não tenham resultado em uma perda permanente das principais ligações dos fios (estas perdas são ocasionadas principalmente por alisamentos, relaxamentos, escova definitiva e suas variantes ou descoloração).

Logo, o que se tem hoje no mercado é uma mistura de reposição de proteínas com uma imediata degradação pelo uso intenso de calor. Isso constitui em um processo antagônico, onde um compete com o outro, pois, enquanto se repõe proteínas num determinado momento do trabalho de cauterização, no momento seguinte, se desidrata o fio, com o uso da chapinha (prancha ou piastra).

Responsabilidade na informação é o que nós, responsáveis técnicos pelos Processos de Tratamento Dominium, temos como missão informar o profissional cabeleireiro sobre as técnicas e procedimentos a serem adotados nos mais variados casos que encontramos em nosso cotidiano.

Colega cabeleireiro, quando pensar em solução definitiva, pense Dominium com suas técnicas embasadas científica e comprovadamente eficazes.